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FAQ

O corpo de bombeiros indica níveis de resistência ao fogo de 30, 60, 90 ou 120 minutos, dependendo do tipo de edifício e da utilização de cada espaço interno. Para obter tais desempenhos, existe a chapa rosa (RF), resistente ao fogo. Com o uso dela em uma parede com 73 mm de espessura (com duas chapas de 12,5 mm e lã mineral), alcança-se a categoria CF 30, ou seja, corta-fogo 30 minutos. Já uma parede de 120 mm (duas chapas de 25 mm e lã mineral) está no padrão cortafogo 60 minutos.

Sim. Primeiro, fixam-se guias metálicas no piso e no teto, onde são presos os montantes a cada 60 cm. Usa-se preenchimento com lã mineral e as placas de gesso. O conjunto fica com 6 cm de espessura. Outra solução é dispensar a lã e instalar chapas duplas, mas a espessura final aumenta em 1,25 cm.

Se for o som aéreo – como o latido de um cachorro – sim, mesmo sem a aplicação da lã. O problema acontece com a transmissão por vibração – o som do salto no piso, por exemplo. O forro de drywall reduz o barulho, mas para zerá-lo são necessários cálculos técnicos que apontem a maneira ideal de aplicar isolamento pela extensão de tetos, paredes, pisos, portas e janelas.

Essa é uma propriedade natural da matériaprima do drywall. O gesso tem características térmicas que ajudam a estabilizar a temperatura tanto em locais frios, quanto nos mais quentes. Ele retira umidade do ar, quando está elevada; e a devolve, quando o ar fica seco. Isso atenua as variações da umidade relativa do ar.

Não é preciso revestir todas as paredes, apenas as que recebem maior incidência de sol.

A tubulação flexível (PEX) é a ideal e a mais fácil de instalar, mas o PVC tradicional também pode ser usado. Canos de cobre precisam ser recobertos por anéis plásticos para evitar a corrosão galvânica, causada pelo contato com o perfil de aço.

O primeiro sinal visível é o estufamento do revestimento. Nesse caso, a área danificada deverá ser substituída. Porém, nem sempre a fonte do vazamento localiza-se exatamente naquele ponto em que primeiro apareceu. Por isso, é importante ter acesso ao memorial descritivo do imóvel contendo a localização da tubulação e as áreas mais vulneráveis. Se não houver indicações documentadas, recortes nas placas ajudam a encontrá-lo. De qualquer forma, o processo é bem mais fácil e rápido do que quebrar pedaços de alvenaria.

Abre-se um recorte na placa de gesso com um serrote, exatamente no lugar do vazamento para o acesso aos canos. Depois do conserto, recomenda-se fazer teste de estanquidade na tubulação (verificar se o encanamento está bem vedado e se resiste à pressão da água). Caso esteja em perfeito estado, pode-se usar o mesmo pedaço da placa para fechar o local ou então comprar e instalar uma peça avulsa. Em seguida, faz-se um novo tratamento nas juntas, aguardam-se 24 horas para a secagem, e a parede já está pronta para o acabamento.

O serviço requer um profissional especializado, pois objetos pesados precisam ser fixados em reforço de madeira ou metálicos. Para isso, é necessário fazer um recorte nas placas para a sua colocação. Em seguida, ocorre a reposição da placa, o fechamento com fita de papel microperfurada e a aplicação de massa para drywall.

Elas não têm relação com a exposição à umidade. Se elas ocorrerem em diversas juntas, a suspeita é de montagem incorreta e exige-se análise de um técnico qualificado. Caso sejam pontuais, o procedimento é simples: lixamento e reparo com massa corrida, látex PVA ou acrílico.

Sim, mudanças no acabamento são possíveis sempre que necessário. Quando há revestimento colado, como cerâmica, no entanto, a placa do lado externo é danificada e precisa ser substituída. O ideal é contratar um profissional treinado, recomendado pelo fabricante, para trabalhar com o material.

O sistema é indicado exclusivamente para áreas internas, pois não resiste a intempéries. Além disso, não suporta a carga de telhado ou laje – compondo paredes estruturais. É ideal, portanto, para dividir ambientes, em forros e na confecção de móveis (estante ou nicho, por exemplo).
Vale saber: o fechamento externo de uma construção a seco pode empregar chapas cimentícias ou de OSB, estas sim resistentes a chuva, sol e ventos.

Quanto à segurança da estrutura, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) testou e aprovou paredes e forros de drywall em relação a estabilidade e resistência, deslocamento e fissuração, solicitação de cargas vindas de peças suspensas, impactos e tração.

Depende do objetivo. Se for necessário refazer fiação e cabeamento em paredes muito antigas e se o plano for derrubar uma parte delas por causa de alterações de projeto, é válido substituí-las. Considere que, devido às atuais demandas tecnológicas, um apartamento de 300 m² pode receber até 15 km de fios e cabos. Outro motivo pertinente é ganhar espaço, já que as paredes de drywall são menos espessas que as de alvenaria. A melhor solução é indicada por seu arquiteto.

Paredes simples, ou seja, com menos de 100 mm de espessura (uma chapa de 12,5 mm fixada de cada lado de uma estrutura de perfis de 48 mm) isolam de 34 a 36 dB, muito próximo ao desempenho de uma parede de alvenaria de meio tijolo. Esse valor sobe para 42 a 44 dB quando recebe recheio de lã mineral no seu interior. Se receber painéis duplos, a parede aumenta a proteção em 8 dB. Outra opção para aumentar o isolamento é utilizar montantes maiores, de 70 ou 90 mm e camada de manta mineral.

A Norma de Desempenho de Edificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT, NBR 15575) estabelece índices de desempenho mínimo, intermediário e superior dos sistemas construtivos e seus componentes ao longo de sua vida útil. No caso de isolamento acústico, uma parede de drywall com 120 mm de espessura (perfis de 70 mm com duas chapas de cada lado e lã mineral) isola de 50 a 52 dB e, assim, atende aos níveis mínimo e intermediário. Se for de 200 mm de espessura com configuração semelhante, pode chegar a 66 dB, acima do nível superior estipulado. Empreendimentos lançados a partir de 2010 devem emitir um certificado que garanta o reforço no isolamento acústico feito no piso e nas paredes que dividem um apartamento do outro. O limite é de 45 dB.

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